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Entrevista à jogadora Raquel Brasil

Raquel Brasil pratica basquetebol há 9 anos no Fayal Sport Club. A Raquel integra a equipa de Sub14 feminino do Fayal Sport e participou nas duas épocas desportivas – 2010/11 e 2011/12 na Seleção Açores de Sub14 femininos, com participação nas Festas Nacionais do Basquetebol Juvenil. Efetuámos uma pequena entrevista para conhecermos também a sua participação na Seleção Açores.

Com que idade é que começaste a jogar basquetebol?

Aos 4 anos.

Como é que começaste a jogar basquetebol? Alguém te influenciou …?

Foi o meu pai que sempre me incentivou a jogar basquete, o meu pai foi a pessoa que sempre esteve presente e atento aos passos que dava no mundo do basquete, por mais pequenos que fossem os meus passos, ficava sempre contente e orgulhoso de mim.

Gostas de treinar? E de jogar? Porquê?

Gosto de treinar e adoro jogar, gosto de treinar porque gosto de aprender coisas novas nos treinos, receber elogios quando faço as coisas certas e treinar faz-me bem, porque estou a fazer algo que é importante para mim. Adoro jogar, porque é o reflexo dos treinos e também porque mostro às pessoas que vão assitir aos jogos aquilo que sei e aquilo que faço bem.

É fácil conciliar os estudos com os treinos e com os jogos?

Não é fácil, mas não é impossível, para conseguirmos conciliar os estudos é preciso ter força de vontade. Ás vezes falto aos treinos porque tenho testes, mas é rara a vez, é quando vejo mesmo que não dá para ir aos treinos nas vésperas dos testes. Precisamos de organizar o nosso tempo, para conseguirmos conciliar os estudos com os treinos e jogos.

Esta é a 2ª vez que fazes parte duma seleção Açores. Na época passada, sendo o teu 1º ano no escalão de sub14, já conseguiste participar na seleção. O que é que sentes ao integrar uma seleção dos Açores?

Para mim integrar numa seleção Açores é um objetivo concretizado, porque sempre pus a seleção Açores como um objetivo pessoal, e sempre tive a consciência que para integrar a seleção Açores tinha que ser algo que só eu tinha que trabalhar para isso, era um  objetivo meu. Fico muito feliz, por concretizar os meus objetivos e ainda por cima concretizar duas vezes o objetivo de ir à seleção Açores.

A participação dos Açores na Festa Nacional do Basquetebol Juvenil não foi boa em termos de resultados desportivos, perdendo todos os jogos e descendo à divisão 2. O é que achas que aconteceu?

Precisamos de ver que a fasquia vai subindo. O ano passado estávamos na segunda divisão e conseguimos passar para a primeira divisão, as equipas que estão na segunda divisão não têm a mesma competividade e o mesmo espírito de equipa que a primeira divisão tem. Mas conseguimos alcançar objetivos que o nosso treinador colocou, em momentos de jogo. Sim, os resultados não foram bons, mas acho que todas  nós que integramos o escalão de sub14  saimos contentes por realizar os objetivos que o treinador colocava de jogo para jogo.

A forma de jogar das outras equipas é diferente da nossa?

Sim, todas as equipas com quem jogamos têm muita garra e fazem de tudo para terem a bola nas suas mãos, acabam os jogos a morrer, e acho que na cabeça dessas jogadoras há um pensamento: “ A bola é minha”, e fazem de tudo para que isso aconteça.

Como é que achas que correu a tua participação?

Fiz de tudo para ter uma boa participação nos jogos, fiz aquilo que sabia e aquilo que treinei nos treinos, esforçei-me e acho que isso é o que interessa.

Qual é a mensagem que podes transmitir às tuas colegas e para todas aquelas que treinam e jogam basquetebol?

Que ninguém nasce ensinado e que para conseguirmos chegar mais longe no mundo do basquete é preciso trabalhar muito e muito, e muitas vezes abdicar de certas coisas. É preciso ter força de vontade. Não cheguei onde cheguei por sorte, mas sim por muito esforço, dedicação e empenho, e fico feliz quando vejo que o suor que deixo muitas vezes nos campos de basquete valem a pena.

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